Olá mais uma vez, caríssimos fregueses.
Em primeiro lugar, eu não vou pedir desculpas pelo gigantesco hiato que tivemos no bar e nem dizer que isso aconteceu por causa de momentos intensos de provas na escola de nosso principal garçom e de sua gigantesca incapacidade de se concentrar para fazer qualquer coisa, e ao invés disso, colocarei uma descrição mais adequada de nosso empregado que resolveu fazê-la para por no orkut e achou que deveria vir para cá por simples achismo.
quem sou eu: "Eu não sou normal.
Ajo sempre da maneira que me sinto mais feliz, ignorando pressuposições de moral ou senso comum, talvez seja por isso que me achem estranho. Mas não acho isso ruim, gosto de ser diferente, assim consigo ver as coisas de outra maneira.
Sou legal quando quero, não sou simpático e sou extremamente categórico quanto as minhas opiniões sobre qualquer coisa, mesmo quando estou errado, por isso não costumo a ficar indeciso e odeio quando ficam na minha frente.
Pensando bem, talvez seja melhor falar o que eu não sou. Eu não sou: carinhoso, emocional, eclético, atencioso, discreto, tímido, bobo, vegetariano, ecológico, desonesto, engraçado, politicamente correto, ético, PD, corno e preto!
Gosto de analisar as pessoas: gestos, olhares, sorrisos, cada singularidade de detalhes que as elas normalmente escondem. Gosto de ouvir suas histórias, pois todos têm algo a dizer e nunca uma história é igual à outra. Acredito que elas são as riquezas mais preciosas de cada um, pois são as únicas coisas que levamos conosco por toda a nossa vida.
Não acho que existam forças que nos definam como bons ou maus. Existem apenas dois tipos de pessoas, as interessantes e as entediantes. Tudo o que posso faço é me apegar a aquelas que acho interessantes e fico indiferente em relação as outras.
Se tivesse que lhes dizer de coisas que gosto, diria que sou apaixonado por HQs, papercrafiting, livros de fantasia, música, vídeo games, filmes bons e sempre também acho demais ter alguém para conversar sobre qualquer um deles.
Resumindo, eu sou um cara chato que ri da desgraça alheia e que diria a belíssima verdade para qualquer um que perguntasse “Eu to bonito?” quando a mesma seria o fato que uma baleia com Síndrome de Down e tártaro ficaria muito mais apresentável. Mas não era isso o que você queria saber quando abriu o meu profile, era?"
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domingo, 14 de junho de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Segundos
Segundos definem nossa vida e, logo depois, nossas lembranças. São, em potencial, nosso futuro. Em teoria, nossas ações e em princípio, nossas memórias. Vejo muitos deles por aqui.
A maioria passa sem nem ser percebido, outros são super simpáticos, mas vão embora muito rápido. Também há aqueles longos e demorados (que geralmente são os mais mal-humorados) que ficam por horas e conseguem baixar o astral do bar todo. Mas todos eles são cruciais, vivos e importantes para o Pai Tempo e todas as pessoas que eles acompanham.
Os mais bonitos de se ver são os segundos de transcendência. Aqueles que reúnem seu passado, presente e futuro em uma fração do infinito Pai. Esse é aquele que finda nossa longa busca, nos recompensa e nos faz felizes. É o que realiza nossos sonhos, extrapola nossas expectativas e nos faz ver o que vem pela frente. Você o sente no momento exato antes do primeiro beijo, quebrando a linha tênue da amizade e do amor. Quando você cruza a linha de chegada em primeiro lugar, fazendo o esforço de anos fazer sentido. Sente segundos antes de uma batida de carro, quando você é capaz de ver todas as consequências do acidente que está para acontecer, e que te faz rir de tudo depois que acontece. São as intersecções dos mosaicos de nossas vidas.
Mesmo as coisas ruins que acontecem com as pessoas, como o desmoronar de uma amizade de anos em um pequeno ato, uma falha crítica em um objetivo de vida ou até a morte, que leva nossa vida e todas nossas memórias em segundos, são igualmente necessários para as pessoas.
Nossas falhas nos dão experiência e força para outrora. Decepções nos fazem perceber a realidade. E o momento principal de nossas vidas da valor e sentido único a cada um de nossos atos, a Morte.
Não significaria nada existirem momentos mais importantes do que outros se eles não fossem feitos de todos os outros que o construíram.
O Pai Tempo é feito de segundos, assim como nossas vidas são feitas de momentos.
A maioria passa sem nem ser percebido, outros são super simpáticos, mas vão embora muito rápido. Também há aqueles longos e demorados (que geralmente são os mais mal-humorados) que ficam por horas e conseguem baixar o astral do bar todo. Mas todos eles são cruciais, vivos e importantes para o Pai Tempo e todas as pessoas que eles acompanham.
Os mais bonitos de se ver são os segundos de transcendência. Aqueles que reúnem seu passado, presente e futuro em uma fração do infinito Pai. Esse é aquele que finda nossa longa busca, nos recompensa e nos faz felizes. É o que realiza nossos sonhos, extrapola nossas expectativas e nos faz ver o que vem pela frente. Você o sente no momento exato antes do primeiro beijo, quebrando a linha tênue da amizade e do amor. Quando você cruza a linha de chegada em primeiro lugar, fazendo o esforço de anos fazer sentido. Sente segundos antes de uma batida de carro, quando você é capaz de ver todas as consequências do acidente que está para acontecer, e que te faz rir de tudo depois que acontece. São as intersecções dos mosaicos de nossas vidas.
Mesmo as coisas ruins que acontecem com as pessoas, como o desmoronar de uma amizade de anos em um pequeno ato, uma falha crítica em um objetivo de vida ou até a morte, que leva nossa vida e todas nossas memórias em segundos, são igualmente necessários para as pessoas.
Nossas falhas nos dão experiência e força para outrora. Decepções nos fazem perceber a realidade. E o momento principal de nossas vidas da valor e sentido único a cada um de nossos atos, a Morte.
Não significaria nada existirem momentos mais importantes do que outros se eles não fossem feitos de todos os outros que o construíram.
O Pai Tempo é feito de segundos, assim como nossas vidas são feitas de momentos.
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